Programa Culinário na Tv Pernambucana

quinta-feira, 28 de junho de 2012 0 comentários

Desde pequena gosto de anotar receitinhas assistindo aos programas de tv, desde as receitinhas do programa da Eliana e vários outros programas que passavam principalmente pela manhã, eu sempre pedia para minha mãe comprar os ingredientes para preparar os pratos que eu achava mais saborosos.
A minha primeira arte na cozinha foi uma torta de iogurte, que peguei em uma revista de figurinhas da Barbie, rsrsrs...Todo mundo lá em casa gostou, fiz algumas vezes, depois perdi a revista e esqueci a receita, minha irmã até hoje pede para que eu faça novamente.
Na minha adolescência, iniciei um regime, então comecei a comprar ingredientes light para preparar apenas receitas light que assistia na tv.
Comecei falando dos programas e receitas da tv, pois queria comentar sobre um chef que gosto bastante – O chef Wellington, do programa Sabor da Gente, na Tv Jornal.
Além das receitas o programa Sabor da Gente, que traz reportagens que mostram de forma criativa, a história da gastronomia pernambucana e ainda apresenta os restaurantes de Pernambuco e por seguinte os chefs pernambucanos mais conceituados.
O chef Wellington apresenta as receitas de forma clara, sempre mostrando o passo a passo comentando sobre suas preparações por isso gosto tanto desse chef. Ele realmente passa as informações e curiosidades para os apreciadores da boa culinária.
#Fica a Dica


Por : Lidia Leal

Aula Salgados

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         Hoje nossa aula prática, foi um pouco diferente; uma vez que para acelerar a finalização dessas que estava prevista para o dia 14/07 ficamos no Senac em período “integral” adiantando 1 aula.

    A sala se dividiu em sete grupos, onde cada equipe ficou responsável pela execução de duas receitas, sendo uma salgada e outra doce.

     Foram feitas Carolinas recheadas com pasta de frango ao curry e com pasta de queijos, é uma preparação super fácil de fazer, não tem segredo, basta acertar as medidas dos ingredientes do recheio para que nenhum sobreponha o outro. Estavam bem saborosas.

      O Pão de batata, recheados com presunto e queijo, requer um pouco mais de esforço, uma vez que para a massa sair no ponto certo precisa ser BEM sovado para que haja o desenvolvimento do glúten. Mas nada como uma boa sova para que tudo fique ideal e delicioso.


      A Sardela é uma preparação parecida com uma pasta, sendo que mais úmida e oleosa por levar um “FIO DE AZEITE” bem caprichado. A quem diga que ficou um pouco picante acho que pelo fato de nossa cozinheira Dê ter um paladar bem aguçado por essa especiaria, “né” Denise? Mas ficou muito gostosa e serviu de acompanhamento para o pão de ervas.



    O Pão de ervas, como o próprio nome diz foi feito com ervas frescas (alecrim,  manjericão, sálvia, salsinha e tomilho), além de outros ingredientes. Segundo Sofia e Julliany responsáveis pela preparação foi muito simples de fazê-lo; o resultado foi um PÃO bem suculento ainda mais por estar bem quentinho. Hum, delícia!



      A Mousse de Gorgonzola foi simples e prática de fazer. Como base foi usado creamcheese e adicionado o queijo gorgonzola e creme de leite. A textura fica totalmente uniforme e consistente. O ieal é servi-la com torradas, com não fizemos as torradas foi servido juntamente com o pão de ervas. Clarissa por ser fanática por gorgonzola falou que acrescentaria um pouco mais d queijo, pois em sua opinião o sabor estava um pouco fraco, mas, no geral todos gostaram.



     Ainda tiveram mini quiches e salgadinho de queijo, duas preparações simples de serem feitas. Ficaram ótimos.


        Enfim, a aula transcorreu bem e estamos todos de parabéns, pois a cada aula nos surpreendemos com as receitas e descobrimos que todos de uma certa forma leva jeito para trabalhar na cozinha, haja vista o aperfeiçoamento das técnicas que nos foram ensinadas pela nossa chef Cláudia Freyre.

    
   
       

By
    Denise Silva
    Luanda Ramos
    Luis Eugênio
    Sofia Cabral   
     





Cozinha "Nose to tail" - "De cabo a rabo"

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A cozinha “nose to tail” é uma tendência internacional onde nas preparação de alimentos com animais, nenhuma parte pode ser desperdiçada. Prega que é falta de respeito e desperdício matar um animal e não aproveitar todas as suas partes. Este novo movimento ganhou força por ser ecologicamente correto. Aqui no Brasil, até mesmo o famoso Chef Alex Atala vem aderindo esta tendência, na preparação da galinhada. Este prato é servido todos os sábados, nos restaurantes Dalva e Dito, a galinhada é composta de partes da galinha como moela, coração e pescoço.
Confesso que para mim não é tão estranho, pois com minha avó materna aprendi a comer todas aas partes da galinha, já de outros animais como o porco e o boi, “não me enchem tanto os olhos”, mas talvez possa agradar ao meu “paladar”.
Aqui no Brasil não temos este costume de comer todas as partes da galinha, algumas partes do porco e do boi, como também não costumam ser aproveitados, já na Argentina e no Uruguai costumam comer glândulas e tripas com naturalidade.
Um dos maiores aficionados do movimento é o chef britânico Fergus Henderson, diz que os chefs devem se acostumar, porque preparar miúdos tende a ser valorizado. “É uma maneira única de desenvolver habilidades e sair da mesmice dos restaurantes”. Ainda cita que “É preciso acostumar o paladar, deixando o preconceito de lado e tendo coragem de provar”.  Mas muitos chefs confessam que não é tão simples preparar, pois o tempo de cozimento deve ser preciso e qualquer erro afeta a textura da carne.
Timo de cordeiro com picles de échalote,vinagrete de pinhole
e creme de foie gras
A imagem ao lado ilustra um prato feito pelo chef Alberto Landgraf, do restaurante Epice, em São Paulo. Este restaurante tem especialidade em cozinha contemporânea, o prato que o chef preparou foi um timo (órgão ligado à produção de células de defesa do organismo, localizado no tórax, perto do coração e dos pulmões) de cordeiro com picles de échalote, vinagrete de pinhole e creme de foie gras.
Parece bem apresentável, mas realmente a falta de costume nos faz deixar um pouco de lado este tipo de cozinha, mas nada melhor do que deixar de lado os preconceitos e pelo menos experimentar estas “iguarias”.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/06/pratos-para-quem-tem-estomago.html

Por LidiaLeal

Cuscuzeiras

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   Amigos blogueiros aqui estou para falar de algo que aconteceu há alguns dias em minha casa: a cuscuzeira quebrou:-/ Sim, um acontecimento realmente lastimável.
  Esse utensílio tão conhecido e tão indispensável na cozinha de todo brasileiro e porque não dizer na maioria das cozinhas mundiais, teve seu nascimento como as demais panelas, era de barro, mas hoje, se apresenta de maneira tecnológica/moderna e, buscando um exemplo desses dois extremos pra exemplificar encontrei as seguintes:


                 
   A segunda cuscuzeira é de alumínio, tem 16cm (NAPOLI) e custa R$ 61,20.
   O corpo em alumínio com revestimento Starflon;
   Os cabos em baquelite antitérmico com guarnição metálica revestida, fixado por três rebites;
   Revestimento externo e interno em antiaderente Starflon. Devido a isso os alimentos não grudam, facilitando o cozimento e a limpeza;
   Pode ser utilizada nos seguintes fogões: gás, elétrico e vitro-cerâmico;
   Gente ao ler as especificações da segunda surgiu uma dúvida: ela funciona como aquela simples que eu tenho em casa?  ¬¬

   Enfim, o que aconteceu em minha casa? Minha mãe resolveu fazer cuscuz do jeito que a minha avó fazia. Ela colocou o fubá molhado num prato “embrulhou” com um pano e botou pra cozinhar como ela mesma disse: “No bafo”. Em cima de uma panela com pouca água. Achei bem engenhoso.
   O resultado? Até que ficou bom!!!








 CARLA PEREIRA

Fonte:

Pancakes

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 Ou...bolo de frigideira!


 
Essa semana minha irmã esteve aqui comigo e sempre que estamos juntas nos motivamos a cozinhar mais. Não sei porque, tudo fica mais gostoso quando faço com ela ou pra ela.

Na sexta-feira fizemos Pancakes. Infelizmente não tinhamos maple syrup, então comemos com mel e em algumas, colocamos um açúcar “mascavo” de beterraba, bem fininho, que a gabi trouxe de Viena. 
              
A primeira vez que comi pancakes (como as dos filmes) foi nos EUA. Lá, como trabalhei no café da manhã de um resort (www.sonnenalp.com), definitivamente aprendi a fazer as queridinhas dos cafés da manhã dos americanos. 

Pancake, em inglês, é a origem da nossa palavra panqueca, pois trata-se de um tipo de bolo (cake) assado na frigideira (pan), e hoje em dia se tornaram bastante populares, e estão difundidas pelo mundo inteiro, observando as particularidades de cada região.

A origem da panqueca é controversa e reivindicada por diferentes países, já no século I, aparecem no receituário “De re coquinaria” do gastrônomo romano Apicius

Uma outra versão conta que as panquecas nasceram ao acaso quando uma mulher derramou de forma acidental um pouco do mingau no fogão e percebeu que ele cozinhava rápido, era fácil de se manusear e possuía um sabor muito agradável.
         
Apesar do nosso nome ter origem do nome em inglês, existem alguns detalhes que as diferem. As nossas, costumam ser mais fininhas e com recheios salgados, já as típicas americanas tem massa mais espessa e adocicada. Ficam ainda melhores com mirtilos ou pedacinhos de morangos espalhados na massa.



Nada como uma boa comida e uma excelente companhia!
           
Por Sofia Beliza Carneiro de Cabral

Abacate

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         Hola, que tal?
 


         Hoje estava escutando o Kevin Johansen + The nada, um grupo argentino que toca músicas de alta qualidade! Uma das músicas deles (a mais divertida) chama-se Guacamole! (link do clip: http://www.youtube.com/watch?v=bX4Qs2rjzJQ) e ao ouví-la me deu vontade de (comer) saber mais sobre o abacate! 

 

         Me intriga o motivo de apenas o Brasil, na América latina, consumí-lo doce. Então fiz uma breve pesquisa e eis o resultado:
   O abacate é originário das Américas, e após a época das grandes navegações foi difundido por grande parte do planeta. A etimologia da palavra varia do Nahuatl, “ahuacatl” (testículo, em referência ao formato).      
    Abacates eram conhecidos pelos astecas como “o fruto da fertilidade”. Em alguns países da América do Sul, como Argentina, Bolívia, Chile, Peru e Uruguai, o abacate é conhecido por palta.

          
      Em boa parte dos países consumidores de abacate, é comum servir se da fruta juntamente com carnes e outros pratos salgados. No Brasil, por cultura adquirida dos povos vindos do Moçambique, é natural consumir o abacate amassado (ou cortado) com açúcar.
    Em pratos salgados, muitas vezes são vistos como exóticos e  é uma relativa novidade em países de língua portuguesa, como o Brasil.
       Isto contrasta com os países de língua espanhola, como o México ou a Argentina , onde o oposto acontece e preparações doces são muitas vezes desconhecidas. 

      No México e América Central, o abacate é servido misturado com o arroz branco, em sopas, saladas, ou do lado de frango e carne.
    No Peru, são consumidos em saladas e sanduíches, ou como um prato inteiro quando recheado com atum, camarão ou frango. A versão chilena de Salada Caesar contém grandes fatias de abacate maduro.

          


       Eu morei com uma peruana nos Estados Unidos e ela me ensinou a comer abacate em sanduiches e saladas, além do Guacamole claro!! Na minha opinião, ele é muito mais gostoso nessas preparações salgadas. A textura é tão macia e fica tão harmônico junto com ingredients cítricos e apimentados, que o resultado costuma ser sempre divino!
        Eu realmente estou com muita vontade de guacamole. O que vocês acham de irmos, neste fim de semana, a algum restaurante que sirva?

Vamos vamos vamos….




Por Sofia Beliza Carneiro de Cabral


Vojnilô

quarta-feira, 27 de junho de 2012 0 comentários

   Durante visita técnica realizada à cidade de Fortaleza- CE, de 04 a 08 de junho por nossa turma, na quarta-feira por termos o período da noite sem nenhuma atividade pré- estabelecida eu juntamente com as professoras Lourdes Barbosa, Simone Almeida e Viviane Salazar sairmos para jantar.


    A princípio, iríamos ao L’Ô Restaurante, mas quando chegamos ao local, estava fechado ao público, pois estava  tendo um casamento. Daí, partimos em direção ao restaurante Vojnilô.

   O restaurante foi inaugurado em 2006, com estilo medieval, incluindo paredes de pedra e cadeiras de encosto alto, em madeira talhada, com baixa iluminação, proporcionando um charmoso ambiente. Sua especialidade é peixes e frutos do mar, onde possui uma grande vitrine refrigerada contendo peixes e frutos do mar frescos, de onde são retirados e surpreenderão o paladar de seus frequentadores.

 
 

 


  Chegando ao restaurante fomos bem recepcionados e nos dirigiram à uma mesa. De entrada fomos de brochete de camarão e um “refogado” de vôngole, acompanhado de um bom vinho branco seco (não me recordo qual o rótulo) ambos estavam saborosos e com uma apresentação atraente. Enquanto esperávamos o nosso pedido, garçom nos trouxe uma mini-taça de ceviche de cortesia, pois o chef estava testando e querendo saber a opinião dos clientes para saber se colocaria no menu do estabelecimento. Estava perfeito!



    De prato principal, pedimos a Paella Vojnilô, estava muito boa, mas em nossa concepção as entradas estavam mais gostosas. Depois do prato principal não aguentamos pedir sobremesa, pois tanto as entradas quanto o prato principal vieram em “porções generosas”. 

  
    Em suma, o restaurante é uma ótima opção para quem mora e quem vai a passeio para fortaleza. É uma combinação de ambiente agradável, com uma culinária de qualidade e excelente serviço a moda antiga.




 Disponível em:




By Luis Eugênio!