A complicada, mas perfeita Harmonização entre Queijos e Vinhos

quarta-feira, 4 de julho de 2012 0 comentários

     Estava eu pensando no que postar, daí surge uma ideia! Por que não postar algo sobre uma bebida que tanto admiro, gosto e quero com certeza fazer alguns estudos aprofundados sobre a mesma? Então eis aí ótimas dicas para quem também é apreciador e amante dessa bebida. Boa leitura!

      Para lhe envolver nesse universo fantástico dessa bebida espetacular, eis o que diz nosso grande escritor Mário Quintana:

 “Por mais raro que seja, ou mais antigo,
Só um vinho é deveras excelente
Aquele que tu bebes, docemente,
Com teu mais velho e silencioso amigo.”

      O vinho é uma das bebidas mais antigas que se tem notícia. Além de estar concatenada com a história da humanidade, representa diversas descobertas referentes às primeiras reações químicas decifradas pelo homem: a fermentação, que durante muito tempo, acreditava-se que a origem do vinho se dava através da intervenção Divina; Pasteur foi o responsável por essa desmistificação; e a oxidação.



     No universo gourmet, o vinho é harmonizado com diversos ingredientes, mas, talvez seja com os queijos a harmonização mais perfeita. Basta combinar o tipo de vinho com o queijo ideal. 

Os responsáveis pela propagação dessa perfeita união foram os franceses da região de Provence: “Obviamente alguns povos já consumiam os dois juntos, porém, foi na França que esse hábito se tornou uma arte”, argumenta Fabrice Delassus, proprietário do Restaurante Chez Fabrice em São Paulo.
Um ditado bem comum na França diz “Para vender vinho sirva queijo”. Isso explica tudo...


Tudo fica perfeito quando combinados da forma correta, quando não, pode tornar- se um desastre gastronômico. Esse desastre pode ocorrer pelas peculiaridades que queijos e vinhos possuem. Por isso eis algumas dicas para que o desastre não aconteça quando você for servir queijos e vinhos a seus familiares e amigos.

Na hora de compor sua mesa, escolha ao menos cinco tipos de queijo, variando a matéria-prima (leite de vaca, cabra, búfala), a consistência (duro, cremoso, mole) e o estágio de maturação (fresco, meia-cura, curado). Você pode quantificar seus queijos da seguinte maneira:

15% de queijos de mofo branco, como o Camembert e o Brie.

15% de queijos de mofo azul, como o Gorgonzola, o Roquefort, o Crem’Azur.

  20% de queijos tipo suíços, como o Gruyère, o Fol Epi e o Maasdamer.

  25% de queijos suaves, como o Gouda, o Itálico e o Emmenthal.  


 15% de queijos de sabor forte, como o Limberger, o Por Salut e o Cheddar.


 10% de queijos cremosos com sabores especiais, como o Rambol, nas versões Saumon, Fines Herbes, Provençale, Noix e Poivre Vert.

Disponha-os sobre espelhos, ou suportes de madeira cada um com sua faca, para não confundir aromas e sabores. É importante que os queijos sejam cortados seguindo os cortes específicos para cada tipo. Evite corta-los em cubinhos, além de ser deselegante há queijos que o corte deve conter a casca e o centro.


Reserve cestas com pães pequenos e diferentes tipos, além de charcuterie e frutas, evitando frutas muito ácidas, para acompanhar a degustação. Para minha surpresa e acho que de alguns, não se pode servir uvas, pois são ácidas e podem comprometer o sabor dos vinhos. Pode ser servidas frutas carnudas tais como: pêssego, pêra, maçãs entre outras. 



       A harmonização de queijos e vinhos é tradicional e, por ser um produto isolado, sua combinação pode parecer mais fácil. Mas não se engane, principalmente quanto aos queijos fortes, que geralmente matam os vinhos. Vamos nos ater a certas regrinhas básicas, e aos princípios das combinações, que seguem textura e sabor:

Quanto mais duro for o queijo (Parmesão, por exemplo), mais tânico pode ser o vinho. As uvas são suficientemente robustas para não perder a estrutura.

Quanto mais cremoso o queijo, mais acidez o vinho deve conter.

Vinhos doces ou generosos (tais como Sauternes, Porto ou Madeira) acompanham bem os queijos de mofo azul, pois equilibram a pungência destes Roquefort cai bem com o  Sauternes, o inglês Stilton faz combinação clássica com o Porto e o Gorgonzola harmoniza bem com tintos acentuados.
       
Queijos frescos e sem casca, como os cremosos, o Mascarpone ou a Mozarela pedem vinhos brancos leves.

Vinhos tintos de classe e mesmo brancos parecem insinuar sua adequação com queijos macios, de casca rica, como Cammembert, Brie e Gouda,  dependendo do estágio de cura.

Os queijos mais suaves, do tipo Emmenthal e Gruyère, aceitam tintos pouco tânicos, suaves.


     Vinhos brancos leves e aromáticos combinam com queijos de massa mole, tais como os frescos de cabra e ricota. Você pode combiná-los com um Chardonnay, por exemplo. 



        Seguindo essas regras básicas, pode ter certeza que você terá sucesso em sua degustação de queijos e vinhos. E ai vamos combinar nossa degustação? Sobretudo agora nesse período de “inverno” cairá super bem!!!




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By Luis Eugênio!







Chefs europeus visitam o Brasil

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Para quem deseja conhecer ou apreciar, um pouco mais das delícias gastronômicas preparadas pelos Chefs europeus, e se deliciar com os melhores produtos regionais da Europa, essa é uma ótima oportunidade.      
Grandes nomes da gastronomia italiana, francesa e da Península Ibérica apresentam os melhores produtos de suas regiões em evento no sul do Brasil.
        Durante três finais de semana de agosto, o luxuoso resort Ponta dos Ganchos (SC), será o destino de três renomeados chefs europeus. Roberto Pession, do Hotel Hermitage na Itália; Vincent Farges, do Hotel Fortaleza do Guincho na França e Joachim Koerper, do Restaurante Eleven em Portugal trarão, não só suas receitas especiais, mas como também os produtos premiuns que serão utilizados na preparação dos pratos, para a oitava edição do Ciclo dos Chefs.
        O primeiro final de semana, de 3 à 5 de agosto, será dedicado à Itália. O Chef Roberto Pession trará os sabores dos velhos tempos do Vale d'Aosta baseado em produtos da região. Serão dois jantares preparados pelo Chef, sendo um harmonizado com vinhos selecionados pelo sommelier da Decanter, Guilherme Corrêa, eleito o Melhor Sommelier do Brasil em 2006 e 2009. Entre as delícias que importadas com exclusividade estão Trufas Negras, Vitela, Massas, Parmesão, Risotos e muitas outras.
        Chef Roberto Pession - De 3 à 5 de Agosto. 
        A França é o destaque do segundo final de semana, de 10 a 12 de agosto. Inspirado na nouvelle cuisine, o Chef Vincent Farges, fará sua estrela Michelin brilhar ainda mais com o menu inovador preparado para esta data. Iguarias como Foie Gras, Coquille Saint-Jacques e Lagostas serão apreciadas em sua melhor versão, assim como várias outras delícias da conceituada culinária francesa.
Chef Vincent Farges - De 10 à 12 de julho.
        Após um final de semana de pausa, o evento retorna com as delícias da Península Ibérica, entre os dias 24 e 26 de agosto. Um dos principais Chefs da Europa, Joachim Koerper leva os melhores produtos de Portugal e Espanha, como o presunto Pata Negra, o queijo da Serra da Estrela e, claro, o Bacalhau.
Chef Joachim Koerper - De 24 à 26 de Agosto.
        O principal objetivo do Ciclo de Chefs é o de reunir os amantes da gastronomia em um final de semana, em meio a um cenário incrível proporcionado pela beleza natural da região da costa esmeralda, aliado ao conforto e serviço do Ponta dos Ganchos Resort. Durante o evento, os hóspedes têm a oportunidade de conviver com seu chef favorito e degustar 2 jantares preparados exclusivamente para esta ocasião, os jantares de sábado contam com uma harmonização de vinhos e/ou champagnes. Este ano a novidade é o workshop com o Chef convidado na tarde de sábado, onde ele irá contar todos os seus segredos.
        Além de você poder saborear as delícias gastronômicas, apreciando as massas maravilhosas italianas como também outras delícias francesas e da Península Ibérica, ainda terá a oportunidade de descobrir alguns segredos e dicas culinárias importantes.
Quem for não se esqueça de tirar muitas fotos e nos enviar, sem fazer inveja, por favor. rsrs.

Ponta dos Ganchos é o cenário do 8º Ciclo dos Chefs.
Serviço:
8º Ciclo dos Chefs do Ponta dos Ganchos
Período:
03 a 05 de agosto (Itália)
10 a 12 de julho (França)
24 a 26 de Agosto (Península Ibérica)
Preço: pacotes para cada fim de semana têm valores a partir de R$ 3.340 para o casal, incluindo toda a programação do evento, as refeições e welcome drink.
Rua Eupídio Alves do Nascimento, 104 - Governador Celso Ramos – SC
Telefone: (48) 3953-7000.
www.pontadosganchos.com.br // www.ciclodechefs.com.br/ 


Postado por: Joseane Azevêdo.

Uma carreira de sucesso!

terça-feira, 3 de julho de 2012 0 comentários


        Ser chef de cozinha, não é nada fácil e ser um chef renomado e ter uma carreira de sucesso é mais difícil ainda. Dentro da gama de chefs de cozinhas atuantes em nosso estado, destaco àquele que talvez seja o mais reconhecido: César Santos.


        Atualmente César Santos ocupa um lugar de destaque no cenário da gastronomia nacional e internacional. Iniciou sua carreira aos 23 anos como aluno de hotelaria (faz jus ao ditado: quem faz hotelaria, faz sucesso!!, rsrsr), concomitamente trabalhou em bares e restaurantes, sendo sub- chef, mas logo em seguida abriu um serviço de Buffet próprio que servia jantares em domicílio.


       Com o transcorrer do tempo, em 1992, abriu seu atual restaurante, o Oficina do Sabor, localizado em Olinda. Surpreendeu a todos os paladares, pelo fato de mesclar frutas com ervas e frutos do mar, resultando em pratos de sabores ímpares e suculentos. Em sua cozinha exalta os ingredientes e sabores da culinária pernambucana. Seu restaurante faz parte do time dos que pertencem a Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança.




       Graças ao seu talento e profissionalismo, César já ganhou diversos prêmios como um dos melhores chefs da cozinha brasileira. Entre eles: o Recife Sabor, por três anos consecutivos: 1996, 1997 e 1998. Em 1998 e 199, foi classificado entre os 12 finalistas do Nestlé D’or. É participante de diversos Festivais de Gastronomia no Brasil e no mundo.

        
       César Santos e tantos outros chefs pernambucanos são exemplos a serem seguidos, principalmente para aqueles que querem atuar nessa área futuramente.




Acessem o link abaixo e confiram um pouco mais da história de César Santos:
http://www.oficinadosabor.com/filme.html



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Luis Eugênio!

Quem não gosta de uma Boa Lembrança?

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    De fato, todas as pessoas gostam de levar uma Boa Lembrança para sua casa quando visitam um lugar para ficar de recordação. Certo?

   Inspirado pelos costumes que trouxe da região onde nasceu, a Emiglia- Romana, Dânio Braga trouxe ao Brasil, o costume de se levar uma lembrança agradável depois de uma boa refeição. Dânio é fundador e atual conselheiro da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança.

    A ideia dos restaurantes que participam da Associação, é que o cliente desfrute de um bom serviço, aliado com comida de qualidade e um ambiente aconchegante, onde no final de sua experiência gastronômica saia com uma peça digna de colecionador- o Prato da Boa Lembrança.











     A Associação conta com dezenas de estabelecimentos, que vem crescendo ao longo dos 18 anos de existência. São restaurantes das mais variadas especialidades. Em Pernambuco são 14 restaurantes, dentre eles: Ponte Nova (cozinha francesa), Sushi Yoshi (cozinha japonesa), Oficina do Sabor (cozinha regional), Restaurante do Zé Maria (cozinha variada), Pomodoro Café (cozinha italiana).

                         


     Fica a dica, para quem quer visitar um dos Restaurantes da boa Lembrança em Pernambuco.


      Confira a relação completa dos restaurantes em:


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Luis Eugênio!

Chá das Cinco

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Não sou uma apreciadora de chás (a bebida em si), mas acho linda e glamorosa uma mesa cuidadosamente posta do clássico Chá das Cinco (ou ainda "chá da tarde"), com toda a tradicional pompa e elegância inglesa. E, pesquisando sobre o assunto, qual não foi a minha surpresa ao descobrir como tudo realmente começou...




Como surgiu o Chá das Cinco?

Bem, dizem, no Oriente, que o chá surgiu do resultado de um pequeno incidente em uma preparação que terminou curando a uma intoxicação alimentar do imperador chinês Shen Nung, famoso por realizar experimentos científicos. Tentando livrar-se da dor, o soberano decidiu consumir uma xícara de água quente, melhor absorvida pelo organismo do que na forma gelada. Mas acidentalmente, algumas plantas caíram na bebida, gerando uma infusão aromática que agradou e curou Shen Nung.


Outra versão da lenda diz que, no ano 2737 a.C., o imperador Shen Nung estaria fazendo uma pausa durante uma viagem e, enquanto esperavam que fervesse a água para beber, algumas folhas de um arbusto teriam caído dentro da mesma, produzindo um líquido acastanhado. O imperador resolveu experimentar a mistura, acabando-a por classificá-la como muito refrescante. Assim, teria nascido o chá, que rapidamente conquistou os habitantes da China.
 
Contudo, não importa qual das histórias é verdadeira: o fato é que o chá tornou-se parte da cultura chinesa. E logo a bebida passou a chamar atenção também da Europa. Introduzida neste continente, no século XVI, através da nobre portuguesa Catarina de Bragança (imagem a direita), filha de Dom João IV, que ao casar-se com o Rei Charles II, da Inglaterra, ganhou muitas joias, riquezas e… um baú de chás (cerca de 50 Kg de chás vindos da China!). E encantada com a bebida, instituiu o costume de beber chá na corte inglesa.

Curioso também é o fato de ter sido Catarina a introduzir a porcelana na Inglaterra. Até então, a nobreza tinha as suas refeições em louça de ouro ou prata, o que acabava por resultar numa comida fria... A rainha ainda surpreendeu a corte inglesa quando se fez acompanhar por uma orquestra de músicos, de grande qualidade, constituída apenas por portugueses. Qual o motivo de estranheza? Bem, a Inglaterra se considerava a corte portuguesa "pobre e sem modos"... 

Mas as suposições, não param por aí... Há quem diga ainda que o hábito de consumir a bebida às cinco horas, entretanto, é creditado a outra nobre: a duquesa Anna Maria Russel de Bedford (imagem abaixo). Incomodada com a fome que sentia no período entre o almoço e o jantar, a mulher passou a pedir que a servissem, sempre às cinco horas, um bom chá acompanhado de sanduíches, bolos, torradas e pães doces. Logo, toda a corte passou a imitar a duquesa – e, no futuro, o chá caiu nas graças do povo.
 


 




 
Dá até vontade de montar um Chá das Cinco, né? ;)
Mas eu fico só nas "comilanças" mesmo! rsrsrs




Até breve, "facecooqueiros"!
 
Por Denise Silva

Restaurante Flor do Coco

segunda-feira, 2 de julho de 2012 0 comentários
       Estagiei juntamente com minhas amigas Jully e Luanda na Pousada do Amparo e umas das coisas que mais me chamou a atenção, e com certeza chamou a atenção delas também, foi o Restaurante Flor do Coco, situado dentro da pousada. Apesar de possuir um preço que não se encaixa no meu orçamento, tenho grande vontade de provar todos os pratos oferecidos no cardápio. 


        O restaurante tem um clima muito prazeroso com vista para Recife e Olinda. O mais legal é que você pode observar a cozinha que é situada no lado direito olhando para o salão, e é toda decorada com itens coloniais.
        Uma curiosidade é que a revista Veja elegeu o Flor do Coco como o melhor lugar para se pedir em casamento, e isso atrai visitantes de todos os tipos. Durante o meu estágio, todos os clientes que recepcionei não economizaram nos elogios ao restaurante, e saíram totalmente satisfeitos principalmente com o ambiente caseiro e uma maravilhosa vista. 



   Com certeza um almoço ou jantar no restaurante Flor do Coco é uma experiência ímpar e se por acaso estiverem muito satisfeitos ou bem "forrados" depois de um jantar, vocês podem solicitar um quarto na pousada, que eu aposto que será marcante também!


Mateus Escobar Torresini



   



Para quem tem estômago forte!

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Conheçam o Pidan, uma "parada" muito esquisita que o povo la do outro lado do mundo come...







O Pidan, o ovo centenário, também conhecido como ovo de cem anos ou ovo milenar, é uma das mais famosa iguarias do mundo oriental.

Tradicional da China, o ovo centenário é feito com ovos de pato, ganso, galinha ou codorna. É coberto com cinzas, sal, argila e cascas de arroz e é enterrado por 100 dias, podendo chegar a ficar enterrado por anos, dependendo do método de preparo e da região onde é produzido. Reza a lenda, que esse ovo é da época da Dinastia Ming, quando na região da Hunan foi descoberto em uma construção um ovo perdido por dois meses dentro de uma argamassa. O sujeito experimentou e gostou. Com o passar do tempo foi aprimorando a técnica. Fontes mais confiáveis dizem que o ovo centenário é o resultado de anos de experiências para se descobrir um método de conservação de ovos.

O Pidan tem uma aparência estranha. A clara fica com uma textura de gelatina e com uma cor dourada escura, estranhamente bonita, quase sem sabor algum. A gema tem uma cor escura, verde acinzentado, e com uma textura macia, cremosa, com cheiro forte e sabor intenso, de enxofre. Pode ser comido cru ou utilizado em algumas preparações chinesas.

O lugar mais fácil de se conseguir o ovo centenário no Brasil é no Bairro da Liberdade em São Paulo. Os ovos são vendidos em dúzias ou de forma individual. O ovo custa aproximadamente R$ 5,00 a unidade.




Você encararia?!
                                                    
Por Elder Virgínio.